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segunda-feira, 25 de maio de 2020

25/05/2020 - NOVAS FOTOS E CONSIDERAÇÕES SOBRE A CIRURGIA E SOBRE A VIDA SEXUAL

Clique aqui para ler a história do começo, vale a pena.

E-mail do autor: postectomiaemdetalhes @ gmail.com (junte os espaços)

         Sei que muitos vêm aqui somente pelas fotos, p/ comparar com seus resultados, então sem delongas, seguem as fotos:

Foto 1   Foto 2 

Obs: Não deixe de dar a sua opinião nos comentários, diga o que achou do resultado, se era o que esperava, enfim...

         Já se passaram 7 anos da minha cirurgia e ainda lembro de muitos detalhes da época. Foi bastante marcante pra mim. Na última postagem, estava meio chateado com a questão da sensibilidade reduzida. Isso é um fato. Mas creio que tenho conseguido contorná-la satisfatoriamente, de uns tempos para cá.


         Iniciei praticamente uma série de "test drives" com preservativos. Vi que muita gente não reclama da falta de sensibilidade, mas me parece também que muita gente, muita mesmo, transa sem camisinha. Eu nunca transei sem camisinha, nem com minha namorada, que estamos namorando há quase dois anos. Mesmo quando ela tomava anticoncepcional, que parou porque reduz a libido e agora que ela tem um parceiro fixo, pode liberar geral. Dei essa sugestão e ela acatou, porque gosto muito de transar e ela não acompanhava meu ritmo. Na verdade ainda não acompanha, mas melhorou muito. E eu não sinto segurança em depender somente de pílula anticoncepcional, já que um esquecimento é a receita para o desastre. Sem camisinha, só sexo oral, que fazemos e recebemos.

         Nesses "test drives", descobri que há camisinhas mais finas e com melhor sensibilidade. Algumas meio caras por sinal, feitas sem látex, que além de não provocarem alergia em algumas mulheres que tem alergia a látex, traduzem melhor as sensações. Estou usando uma que parece até que nem estou usando camisinha. Mas custa cerca de 18 reais um pacote com 6 unidades, que só dá pra no máximo 3  dias quando estamos juntos. Mas tem valido a pena, tem resolvido o problema, tenho conseguido atingir o orgasmo e sem "castigar" tanto minha namorada, que no começo achava fantástico ter vários orgasmos, agora já não curte tanto. E um ou dois orgasmos p/ ela já esta bom. Até porque duas relações no mesmo dia, com muita "pressão" deixam ela cansada, fica até mole depois que terminamos, sentindo as pernas bambas, kkkk!

         Ah, parece também que meu lado bissexual hibernou, kkkk. Voltei a ser totalmente hétero, depois que passei a namorar a sério. Depois da cirurgia, acabei saindo só com dois carinhas, um rapazinho de 19 anos virgem e um cara de seus 18-20 anos só pra masturbação e oral. Depois fiquei um tempo sem transar. Muito estresse e sem tempo para nada e sem cabeça também. Acabei fazendo uma espécie de reflexão sobre minha sexualidade. Até que arrumei minha atual namorada, com quem tenho muita sintonia e acabei abandonando as relações homo. Não procuro mais. Valeu a experiência, quem gosta de sexo e tem a mente aberta, basta se prevenir e ser feliz. A vida é só uma e a juventude passa rápido.

         Além dessa questão da camisinha, tenho cuidado da hidratação da glande com óleo de amêndoas, evitando aquele ressecamento que chega a "despelar". Mas uma coisa a se observar é que o estado emocional também conta muito. Se estou preocupado com algo, ou não consigo ou demoro muito p/ gozar. E uma coisa que conta, é que eu fazia mais sexo anal, estava habituado com o ânus, que é mais apertado, já que saia mais com caras. Com minha namorada, ela não curte anal e embora ela seja até apertadinha, não é a mesma coisa. Mas tenho me acostumado e agora tem dado bastante certo. Temos transado muito e tenho sentido muito prazer. E sem falar na confiança que um pênis bonito dá. Eu estou muito satisfeito com a estética do meu pênis. E minha namorada nunca está com dor de cabeça ou cansada, não estando menstruada, está sempre pronta para se divertir pelada na cama. Vantagens de não casar, kkkkk. Quando a gente namora tem sexo farto, depois que casa, a coisa muda, pelo que tenho visto pelos meus amigos.

         E nisso ela me ajudou muito (no sexo). Entendeu meus dramas e não fez objeção nos meus test drives, kkkk. Hoje é só alegria. Graças a deus, muito feliz com ela e também com meu pênis. Um abraço à todos e até quem sabe uma próxima postagem. Aproveitem a quarentena para transar de pênis novo, é uma das melhores coisas que fazemos na vida, kkkk!

terça-feira, 19 de novembro de 2019

19/11/2019 - 6 ANOS DEPOIS E A PERDA DE SENSIBILIDADE DA GLANDE

Clique aqui para ler a história do começo, vale a pena.

         Após quase um ano sem novas postagens, trago algumas considerações a respeito da perda parcial de sensibilidade da glande que a cirurgia traz consigo, nos casos de postectomia total, isto é, quando toda a pele do prepúcio é removida, deixando a glande completamente exposta. Até há um tempo atrás eu defendi esse método, por considerá-lo mais seguro, por ser mais fácil de higienizar o pênis, pela ausência de problemas de frênulo, dentre outras vantagens conhecidas.

        No entanto nem tudo são vantagens. Confesso que o pênis fica muito bonito na maioria dos casos, assemelhando-se ao da maioria dos atores pornô e sendo portanto um padrão da indústria da pornografia, o que infelizmente é considerado por muitos como sendo "o normal". Pois bem, no meu caso, a retirada total do prepúcio, trouxe nos meses seguintes,  enormes vantagens para as relações sexuais, antes desconfortáveis em virtude do prepúcio muito estreito. Minha glande só ficava exposta com o pênis mole e mesmo assim, com bastante dificuldade.

           Com o passar do tempo, a glande foi se dessensibilizando e com isso passei a sentir menos prazer na glande, necessitando de mais tempo durante as relações para chegar ao orgasmo. No começo foi fantástico, pois, passei a "durar mais na cama". Todavia, anos depois a sensibilidade se reduziu ainda mais, com um certo ressecamento da glande que a deixava pouquíssimo sensível e fazia com que, durante as relações, eu não conseguisse mais atingir o orgasmo de jeito nenhum.

         O ápice desse problema se deu uns dias atrás. Ao transar com minha namorada, após as preliminares, penetrei-a por vários minutos, trocamos de posição, suei até pingar, minha namorada teve dois orgasmos, perdeu a lubrificação, ficou com a vagina ardida e pediu pra parar. E eu não consegui chegar ao orgasmo. Tive que me masturbar para conseguir me aliviar. Na semana seguinte transamos de novo e novamente não consegui gozar, ela teve um orgasmo e pediu para parar, por que disse que não queria ficar assada de novo. E eu não consegui gozar. Novamente. Isso gerou muita frustração pra mim e também pra ela, por achar que eu não estava gostando ou que ela não era gostosa o suficiente. Ficamos algum tempo sem transar, porque até minha libido se reduziu, não tinha mais interesse.

         Por alguns dias, pesquisei na internet e vi diversos casos similares, vários homens reclamando desse mesmo problema e fazendo recomendações. Esse é um problema que os médicos geralmente não advertem os pacientes. Vi rapazes falando sobre passar hidratante na glande, Manteiga de Karité, Hipoglós de amêndoas etc. Eu resolvi testar com óleo de amêndoas e foi o que me trouxe alguma melhora. A pele da glande ficou menos ressecada e um pouco mais sensível. Mas, infelizmente não resolve plenamente. Minha situação atual, é que só consigo atingir o orgasmo se estiver muitíssimo excitado, em posições específicas e num estado de espírito muito bom. Caso contrário, às vezes nem me masturbando eu consigo.

Para não me estender muito, no próximo post, vou disponibilizar uma ou mais fotos sobre como está agora e como tem sido as relações sexuais. Obrigado pela sua visita!